A T E N Ç Ã O
ESCLARECIMENTO
Cansado de ser consultado, às vezes até com certa veemência, por determinadas pessoas, principalmente associados do Alagoas Iate Clube (Alagoinha), da situação em que se encontra o nosso Clube que de uma hora para outra consta como sendo desapropriado pelo Governador do Estado, sinto-me no dever de prestar alguns esclarecimentos sobre o assunto.
Sabe-se que foi editada uma lei pelo Governo do Estado, publicada no Diário Oficial de 17 de dezembro de 2008, desapropriando as “benfeitorias” do Clube, entretanto, até esta data jamais recebemos qualquer notificação ou consulta prévia por parte do governo, muito embora estejamos implantados ali há 45 anos, numa plataforma marítima, autorizados pelo Ministério da Marinha, com licença de construção da Capitania dos Portos e certidão comprobatória do ato, do Serviço do Patrimônio da União (SPU) além de outros documentos com fé de ofício. Em conseqüência, esta Comodoria ou qualquer outro diretor do Clube não tem condições de esclarecer o motivo da desapropriação, dado a omissão antidemocrática do Governador, que não quis nos receber, apesar do dossiê que lhe enviamos, da história de um Clube, de um bairro, da Cidade e do Estado que Ele Governa.
Na realidade construímos uma obra orgulho para o nosso Estado. Aí vai um pouco da nossa história.
UM SONHO QUE SE TORNOU REALIDADE
Eis o grande sonho acalentado por um pequeno grupo de bravos filhos da Terra dos Marechais: CONSTRUIR UM CLUBE AQUÁTICO incrustado no bonito recanto da Ponta Verde, EM PLENO MAR, a desafiar as intempéries da Natureza e a incredulidade e o cepticismo de muitos. O sonho se tornou realidade. O Alagoas Iate Clube, carinhosamente chamado de “Alagoinha”, plantou raízes no mar da Ponta Verde, e no início deste ano, precisamente no dia 06 de janeiro, completou 46 anos de existência.
De visionários e sonhadores, esses intrépidos homens do mar se transformaram em verdadeiros heróis ao iniciarem a construção de uma obra, considerada de alto risco e difícil execução. Estimada de elevado custo, defrontavam-se eles com o desafio da escassez dos recursos financeiros indispensáveis a tão ousado empreendimento.
Contava, apenas, com a receita arrecadada do seu quadro social, e graças a Deus obteve recursos suficientes para o início das obras, haja vista a grande aceitação dos alagoanos que apoiaram a iniciativa, que tornaria Maceió detentora de mais uma grande obra clubística que proporcionou maiores condições de lazer e entretenimento.
Às dificuldades que se afiguravam ingentes, contrapunha-se a fibra e o entusiasmo desses indômitos alagoanos, identificados com a Terra Natal e determinados a oferecerem à sociedade local uma nova opção de lazer, a mar aberto.
O sinal verde dado pela Marinha do Brasil representou novo alento e seiva nova para a concretização do tão almejado sonho. O “Alagoinha” é fruto do denodo, da persistência e da voluntariedade de seus construtores, poucos dos quais ainda estão em nosso meio.
Menção especial e honra pelo mérito aos abnegados idealizadores e construtores do Clube, mercê da experiência adquirida com a construção em l952 do Iate Clube Pajussara, que se transformou, também, num dos maiores clube social do Estado.
O Alagoas Iate Clube não fosse à má vontade de alguns e o espírito destrutivo de outros, estaria ainda hoje representando, como sempre o fez a nossa Cidade como o seu verdadeiro cartão postal, legítimo substituto do decantado Gogó da Ema.
AQUELE QUE NASCEU DO MAR
Escrito por Rita Palmares para a Revista do “Alagoinha”
Em uma noite enluarada Netuno e Anfitrite já entediados da fauna marinha que seus olhos há milênios vislumbravam, confabularam de fazer surgir sobre as águas, algo diferente que os deslumbrassem, quebrando a monotonia reinante.
Como deuses mitológicos, porém a concretização de tão ousado sonho precisaria da cooperação das criaturas da terra. E esta não se fez esperar. Juntaram-se homens também sonhadores idealistas dinâmicos, e com a decisão e intrepidez de titãs, decidiram que o desejo dos deuses oceânicos seria atendido, e iniciaram a portentosa obra.
Os tímidos, os indecisos, não acreditavam no arrojo de tão majestoso empreendimento, e, a proporção que suas estruturas assomavam á flor das águas, não faltaram os maledicentes, os demolidores, os invejosos que prognosticavam um fracasso total. O grupo, porém, coeso, não esmoreceu. Enfrentou, por várias vezes, grandes procelas, obstáculos de todas as formas. E também não se deixou levar pelo canto tentador e enganador das sereias, fazendo-o tomar rumo diverso ao da rota iniciada.
E, persistindo em levar avante aquele sonho, viam lentamente, crescer, em forma de concha redonda, ligada à terra por um promontório artificial, os seus anseios de homens realizadores
E eis que, afinal, vencendo tremendos óbices, tudo ficou pronto. E ao surgir de uma manhã ensolarada, quando o sol se espraiava sobre as águas tranqüilas da enseada de Ponta Verde, fazia também reluzir as vidraças e metais que circundavam aquele pequeno anfiteatro aonde iria se reunir a nata da sociedade alagoana para os torneios dançantes, as competições esportivas dos veleiros, enfim, um agradável ponto de reunião onde, ao murmúrio das ondas que ali se esboroam, poderiam saborear apetitosos pratos regionais em agradáveis refeições com seus familiares e amigos. Estava, pronto, construído o Palácio do Mar. Tudo era festa, Gaivotas alegres voejavam em seu derredor e peixinhos pulavam de contentes.
E, assim, nasceu aquele que foi batizado com o nome de ALAGOAS IATE CLUBE e, depois, carinhosamente “crismado” de “Alagoinha”, o filho caçula do sonho e desejo de Netuno e Anfitrite. Que depois passou a ser “a menina dos olhos” dos irmãos Costa – Luiz e Paulo – e “afilhado” querido de José Padilha Queiroz e dos demais membros de sua Diretoria.
Embalado em berço de algas sobre as águas mansas do mar de Ponta Verde, lá, onde tudo é verde, os coqueiros, a cor do oceano, junto ao da esperança de te ver crescer cada vez mais belo, tornando-se mais suntuoso, confortável e acolhedor para orgulho e satisfação dos teus idealizadores e dos filhos desta terra das belas prais!
AS DÚVIDAS NA ELEIÇÃO
Diante de tudo que estamos apreciando na política atual, é de se pensar muito a quem dar o nosso voto. Olhamos para todos os lados e a dúvida persiste. Cada dia que passa aparece mais uma falcatrua de alguém, e muitas vezes de um alguém de quem jamais imaginaríamos tal absurdo. Na verdade a política esconde muitas surpresas, as quais geralmente para o mal, mas um dia sempre são descobertas.
Muitos políticos que apreciávamos pela sua aparente conduta moral e maneira de ser até então, hoje nos decepcionam. O fato é que no momento entre tantos pré-candidatos para os diversos cargos políticos, ainda não vejo com bons olhos nenhum deles, isto é, os que se declaram futuros candidatos até então. Sei que ainda deverão aparecer bons candidatos, mas até o momento, pelo que sabemos ainda não se declararam abertamente. Realmente é preciso pensar muito para não cair em mais uma esparrela, porque essa será uma jogada decisiva se quisermos consertar o nosso país. Só depende de você.
Conheci homens de bem que influenciados por amigos, conseguiram com o seu prestígio ilibado, uma cadeira na Assembléia Legislativa com uma votação apreciável. Não eram políticos, foram eleitos pelo seu valor intrínseco, com o fito de trabalhar pelo seu Estado. Enojados com tantas avessas ao seu caráter, logo renunciaram.
Vamos aguardar os acontecimentos. Está cedo para escolhermos os nossos candidatos. Faça o mesmo, não se deixe enganar com programas faraônicos e promessas ardilosas. Até lá deverá aparecer alguém que possa mudar essa triste história que vem acontecendo. Se possível dê preferência por candidatos alheios a atual política. Tem muita gente boa que já demonstrou no desempenho do seu mandato, anteriormente, o quanto poderão fazer para mudar esse estado de coisas. Fé e esperança e mãos à obra.
ESTE SIM... É O CARA!
Ele deve ter desembarcado da Arca de Noé em qualquer ponto deste país, e ainda não se adaptou bem as suas costumeiras passadas, anda acompanhando o balouçar das ondas do mar. Deve acreditar pela sua convicção e aguçada sabedoria, fazer parte do apostolado de Jesus, pois se intitula o décimo terceiro Apóstolo, sendo o mais poderoso deles porque tem o dom de realizar milagres, o que não acontecia com os demais Apóstolos e somente com Jesus, esporadicamente.
O nosso artista é muito sentimental, se esvai em lágrimas desadoradas pelo sofrimento alheio dos vassalos enfermos a procura do restabelecimento da saúde. Em momentos outros se transforma elegantemente num cowboy, lembrando os velhos tempos de Roy Rogers, Buc Jones e tantos outros de quando éramos criança. O medo faz com toda essa bizarria, desvairados os menos esclarecidos com tanta sutileza. Enquanto isso o alagoano passivo, inerte, alheio aos seus direitos, se sacrifica do seu lazer pelo mal que lhe impuseram sem que nada aconteça aos poderosos usurpadores das regras constitucionais, tornando-se cada dia mais ricos e poderosos, isentos das obrigações pecuniárias, exigidas com tanto rigor daqueles que labutam honestamente e fazem a grandeza do país.
A CONSTRUÇÃO DA SEDE DA LABRE EM ALAGOAS.
Escrita por - Paulo Costa PP7HO – transcrita do Blog – emevidencia.zip. net
Tenho acompanhado algumas histórias de entidades sócias esportiva pela internet através do Google, e vez por outra tenho me deparado com algumas notícias não tanto verdadeiras. Como sócio Remido da Liga de Amadores Brasileiros de Radio Emissão (LABRE) da qual faço parte desde a década de 1950, naturalmente que conheço muito bem suas atividades, sobretudo porque fui por várias vezes, em Alagoas, seu Diretor Seccional e outras vezes Presidente do Conselho Diretor com assento nas reuniões do Conselho Nacional em Brasília, tendo me afastado da Presidência em novembro de 2006, pelo término do mandato, desejando transferir a responsabilidade para outrem.
Na década de 50 a LABRE funcionava numa pequena sala de um prédio na Rua do Comércio, de propriedade do Dr. Humberto Paiva. Naquela época os radioamadores tinham obrigatoriamente de se associarem a LABRE. Estava, eu, começando a minha vida radioamdorística com o indicativo de chamada (Prefixo) PY7JJ, o que somente se conseguia após um acurado exame, na (EACT ) Escola de Aperfeiçoamento dos Correios e Telégrafos, tendo como matérias principais Legislação, radioeletricidade, português e telegrafia (transmissão e recepção).
Comecei a freqüentar a Entidade já como associada e posteriormente após os exames, como radioamador. Dados ao meu entusiasmo pelo radioamadorismo fizemos em casa, na minha estação, várias demonstrações a amigos, fazendo-os, mais tarde, também radioamadores. Levando-se em consideração que o fato já ultrapassa os 60 anos, natural que não me venha à lembrança de todos, mas, não poderia esquecer o Carlos Jorge Calheiros, Dr. José Carnaúba, José Cedrim, Marcio Pereira do Carmo, Odorico Moura, Dr. Rostan Silvestre da Silva, João Soares de Andrade, Osman de Barros Leite e tantos outros que ao longo do tempo, alguns se tornaram bons radioamadores. Por outro lado passei a gozar da amizade de outros companheiros que já militavam no rádio e que me ajudaram a crescer na contextura radio amadorística. Entre eles posso citar os veteranos José Simons Filho, Euclides Marinho de Azevedo. Francisco e José Quintela Cavalcante, Eduardo Jorge Silva, Cirilo Braga Filho, Juarez Mesquita Leite, Danúbio Pereira de Carvalho, Abelardo Pontes Lima, (na época Prefeito de Maceió), Arquimínio Pereira de Carvalho, José Aragão, Vicente e Antonio Gerbase, Talma de Barros Monteiro, Prasildo Medeiros Wanderley, Vivaldo José dos Santos, Astério Dorvillè Loureiro, Delson Pimental Leite e tantos outros. Uma infinidade de colegas guardados em minha lembrança e quase todos já partiram para a vida eterna.
A AQUISIÇÃO DO TERRENO
Vendo a grande dificuldade para a concessão de um local para construir uma sede para a Labre, o então Diretor Seccional José Simons Filho, juntamente com o colega e amigo radioamador Vicente Gerbase, tomaram a iniciativa de apelar para o Presidente Nacional da Labre, radioamador PY1CQ Dr. Cícero Barreto, cuja sede na época era no Rio de Janeiro, fazendo ver da necessidade da interferência daquela presidência no sentido de conseguir um terreno que estava sendo liberado à prefeitura para uma praça, vez que no seu lugar era instalado o Farol de Maceió e por motivos óbvios fora demolido. Constava que o referido Presidente da Labre Nacional era muito amigo do Presidente Marechal Castelo Branco. Este atendeu prontamente o pedido e prometeu tratar do assunto e por surpresa de todos foi dada a autorização ao Serviço do Patrimônio da União para ceder parte do referido terreno, o que foi feito através de escritura do Registro de Imóveis e Hipotecas de Maceió, conforme certidão de 30 de junho de 1966, devidamente registrada no livro 4-J-fls. 127/128 número 4742 em 12 de outubro de 1966. O Terreno foi demarcado sem condições imediatas de dar início à construção da almejada obra.
No teor da escritura existe uma cláusula que determina a devolução do terreno caso não seja dado início a construção da sede dentro de dois anos a partir da assinatura da posse.
A CONSTRUÇÃO DA SEDE PRÓPRIA
A Labre vinha funcionando precariamente já há alguns anos na sede provisória na Rua do Comercio em uma pequena sala alugada como acima foi dito e já não comportava mais a movimentação dos seus associados por falta de acomodações e movimentação de sua secretaria, já que a carteira de cartões QSL era muito grande dado ao número apreciável de associados radioamadores ativos. Na ocasião o Diretor Seccional era o colega Talma Monteiro e o Presidente do Conselho o colega Carlos Jorge Calheiros. Este me informou de que estava em negociações com o então Prefeito Divaldo Suruagy para realizar uma troca do terreno da LABRE na Ladeira da Catedral, por outro pertencente à Prefeitura, ao lado da antiga estação rodoviária, onde hoje se encontra construído um ginásio. Fiz ver das condições precárias de uma sede ao lado de uma estação rodoviária que certamente traria muito transtorno, especialmente por ser um local impróprio para transmissões de equipamentos de rádio. Alegou-me Carlos Jorge que faltavam apenas quatro meses para encerrar o prazo do início da construção e estávamos prestes a perder o terreno. Como se sabe, quando se está no auge de posições privilegiadas e minha situação de Gerente de banco me oferecia esta oportunidade, acreditei que o então Governador do Estado Lamenha Filho poderia nos dar um substancial ajuda financeira para iniciarmos a almejada construção, uma vez que se tratava, realmente, de um cliente amigo. Pedi, então, ao Carlos Jorge que fizesse uma reunião com todos os diretores e conselheiros para explanar a minha idéia, o que foi feito alguns dia depois com alegações claras e sucintas. O Diretor Talma coordenador da reunião, após discutir o assunto e ouvir as opiniões, opinou para que este idealizador da proposta tomasse à frente e procurasse o mais rápido possível condições palpáveis para que fosse imediatamente iniciada a construção sob pena de perdermos o terreno. Ali mesmo formei uma comissão contando com os companheiros Danúbio Pereira de Carvalho e Anselmo Botelho. No dia seguinte fomos ao Palácio dos Martírios, às 10 horas e imediatamente fomos atendidos pelo Governador que nos recebeu demonstrando vivo interesse pelo assunto mandando liberar uma importância de Cr$ 10.000.000,00(dez milhões de cruzeiros).
Naquela época o Estado estava construindo o Trapichão sobre a administração do não menos cliente amigo, industrial Napoleão Barbosa, proprietário de uma indústria de camas denominada de Camas Progresso, localizada na Rua Silverio Jorge por traz da Avenida da Paz. Estavam sendo feitos Bingos semanalmente, realizados no próprio terreno do futuro estádio. Sorteavam-se cinco automóveis todos os domingos e com essa renda e ajuda do Estado, a obra estava avançando bastante. Certa feita o Ministério da Fazenda proibira a realização de bingos que já se alastrava em todo país, permitindo, apenas, mais duas rodadas para a FAPE (Federação Alagoana de Promoções Esportivas). Independente desse contratempo, aproveitando a oportunidade, solicitei ao Governador, na ocasião, que me autorizasse a pedir a mesma ajuda ao Napoleão Barbosa, por conta da FAPE e para tal me fornecesse um cartão autorizando o pedido. Consegui, entretanto, com alegação de que o Napoleão era um nosso comum amigo e não se negaria. Mesmo assim obtive a credencial. Imediatamente lá na sede na Rua Joaquim Távora, num pequeno sobrado, encontramos o dito cujo que se negou a nos fornecer a importância com as alegações muito justas por sinal, do encerramento dos bingos, vez que Dalí em diante, o Governo iria arcar com o término de toda construção do estádio. Apresentei-lhe o cartão do Governador que admirado resmungou: O Lamenha dá as ordens e ele mesmo descumpre. Disse-me que não gastasse mais nada afora a construção e agora faz ao contrário. Disse: Como somos amigos naturalmente levou tudo isso em consideração. Vou mandar pagar de duas vezes, exclamou.
A verba arrecadada de vinte milhões de cruzeiros foi entregue ao Presidente Talma de Barros Monteiro PY7GV que deu início a construção, aos poucos, conseguindo posteriormente ajuda de mais alguns associados, principalmente em material e assim conseguimos manter a LABRE em ótima localização, muito embora vivendo hoje em situação precaríssima por falta de ajuda governamental, principalmente.
Estava eu em Sorocaba-SP. quando recebi do Talma um convite dando conta de que em lº de maio de 1971 seria a inauguração da sede da Labre. Ao retornar à Maceió em 1976 reintegrei-me na qualidade de sócio Remido e posteriormente, daí em diante fui seu Diretor e Presidente do Conselho por várias vezes, tendo me afastado em novembro de 2006 ao término do meu último mandato, conforme citado acima.
Nesse ínterim verifica-se que diretores anteriores, alheios a história verdadeira da Entidade, dilapidara todo acervo histórico, desapareceram documentos e registro de velhos associados e destruíram e fizeram desaparecer os quadros dos Presidentes da LABRE existentes em sua galeria de honra.
Minha maior surpresa foi ao ler no Google a reportagem da Revista Eletrônica Popular 120 e 121 de julho/agosto de 1971 da “Inauguração da Sede da Labre em Alagoas, sem sequer fazer referência aquele que conseguiu mudar o que seria a sua triste história.” E sua maior decepção foi presenciar uma placa de bronze aposta na parede de frente da sede, fazendo alusão aos seus colaboradores, mais uma vez omitindo o óbvio.
E ASSIM É A HUMANIDADE.
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